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Terça, 24 Janeiro 2012 |
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 Maurício Sá Couto
Os da nossa idade na casa dos setenta anos e ainda mais novos, recordam-se dos “célebres” mealheiros de barro, que os nossos pais compravam nas feiras ou romarias e onde íamos depositando os tostões, escudos e por vezes uma nota das “pequeninas” em valor, que nessa altura os padrinhos e pessoas com afinidade à família nos davam, para nos socorrer quando precisávamos de algo para nós.
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