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Correcções na Av. 3 de Julho |
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Segunda, 22 Março 2010 |

É evidente o embelezamento que a requalificação desta avenida veio dar a esta zona de Ribeirão. Mas , também é evidente que nem tudo o que foi feito resultou funcional.
No início foi a drenagem das águas pluviais que teve de ser corrigida e muitos foram os remendos aplicados na obra que tardam em ser eliminados. Ainda agora, em dias de chuva se formam lençois de água perigosos para a condução automóvel e incómodos para os peões que são atingidos pela água lançada pelos carros.
O que fizeram nos passeios não se compreende. O desnivelamento deve ser feito na zona de estacionamento e não no passeio. Os carros beneficiaram, mas os peões, para quem foram construidos os passeios, foram prejudicados.
Não há rampas para cadeiras de rodas e não há passadeiras a unir os passeios, o que permite estacionar, cortando a continuação dos passeios. Em determinados dias até os passeios são utilizados para estacionar. As autoridades não actuam?
Algumas passadeiras terminam antes de chegar ao passeio, o que permite o estacionamento de qualquer veículo entre a passadeira, o passeio e o lancil está vertical e não rampeado.
Uma passadeira foi colocada numa zona perigosa, sem visibilidade, logo no início da avenida.
Não chega a lei que limita a velocidade em zona urbana; devem ser criados obstáculos que obriguem a circular em velocidade moderada. A zona escolar e a zona da Igreja Paroquial necessitam de passadeiras elevadas para moderar a velocidade dos carros. Aliás é uma solução aplicada em muitas cidades.
Há mais de uma década que foram prometidos os abrigos para quem espara pelos transportes públicos. Será que quem projectou a avenida se esqueceu desse importante pormenor? Promove-se a utilização do transporte público, mas não se criam as mínimas condições para o seu uso.
Num jornal diário de hoje, 21 de Março, aborda-se a problemática dos semáforos que a lei obriga a terem como prioritária a passagem dos peões nas passadeiras e que não cumprem essa lei e daí os acidentes que se dão nas passadeiras. Embora seja um assunto complexo, grande parte são devidos a excesso de velocidade. Daí que seja prioritária a defesa dos mais indefesos.
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