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Sábado, 28 Julho 2007 |
 Animação de rua, protagonizada por elementos do Teatro na Hora, marcou o arranque da Mostra de Talentos O CCDR levou a cabo a 1º Mostra de Talentos, que decorreu entre 18 e 22
de Julho, na Casa do Povo de Ribeirão, inserida nas comemorações do 20º
Aniversário do Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão. Aderiram ao
convite do CCDR dois jovens pintores, Adélia Araújo e João Sá; dois
artistas de bijutaria, Silvia Couto e João Santos; uma artista de
linho, Emília Maia; um artesão de peças decorativas, António Couto; e
um artesão de miniaturas em pedra e madeira, Américo Rocha.
 Nuno Marques
 Cátia Sá acompanhada por um conjunto de cordas
Na noite do dia 19, o pianista ribeirense Nuno Marques, formado em Londres, brindou-nos com um concerto, e na noite do dia 20 houve momentos de poesia, em sessão aberta à participação do público, e momentos de música com a violinista Cátia Sá acompanhada por um conjunto de cordas. Na noite do dia 18, na abertura, houve projecções variadas e malabarismos por jovens do Teatro na Hora.
 Santos Oliveira, Adélia Araújo, João Sá e Leonel Rocha
 Silvia Couto
 João Santos
 Emília Maia
 Mosteiro da Batalha, da autoria de Américo Rocha
 Moinho de Vento, da autoria de Américo Rocha
 Bijutaria, da autoria de Silvia Couto
 Noite de poesia
 Noite de poesia
 Casa cheia em todos os espectáculos
Realizações deste calibre, infelizmente, são raras em Ribeirão. Esta, aproveitando este nosso espaço que é a Casa do Povo de Ribeirão reconstruída, foi um êxito não por ter atraído multidões, mas por ter assinalado um novo patamar nas manifestações culturais da nossa Vila. Um patamar de qualidade, de exigência artística e de participação de quem se sentiu sensibilizado para este tipo de manifestações. Não faz sentido aquela estafada expressão tantas vezes repetidas: “Em Ribeirão não se passa nada em termos culturais”. Por vezes acontecem coisas interessantes, como foi esta Mostra de Talentos. E felizmente houve quem se apercebesse do evento e marcasse presença. Há caminhos a percorrer, são precisos novos espaços, é urgente que as pessoas estejam atentas e adiram a estas iniciativas para educarem a sua sensibilidade. Estes não são eventos de massas, mas quando acontecem enchem-nos a alma e alimentam-nos o espírito. Cá estaremos para prosseguir no futuro com iniciativas semelhantes. |