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Principal Desporto Atletas de palmo e meio
Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão | Segunda, 06 Fevereiro 2012 |
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Quarta, 26 Dezembro 2007 |
 “Desporto a Brincar” é uma das mais recentes actividades do CCDR –
Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão. Os protagonistas têm palmo e
meio de altura mas já se comportam como verdadeiros atletas.
Entre risos e brincadeiras o desporto inicia-se na vida de cada um
destas crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 10 anos.
A cargo do professor Sérgio Batista, a modalidade existe há já dois anos e tem como objectivos a introdução ao mundo de desporto; promover a actividade física; desenvolver a estrutura corporal; promover o gosto pelo desporto, conhecer a sua diversificação para assim poder escolher um desporto que goste e, por fim, promover a camaradagem e a ocupação de tempos livres bem como a criação de laços de amizade. No “Desporto a Brincar” são abordadas várias modalidades como o futebol, andebol, basquetebol e o atletismo. Para além de trabalharem todas as modalidades, os atletas trabalham ainda a perícia e manipulação de bolas, equilíbrios, “mas sempre com a sua orientação no atletismo”, sublinha o professor. È de facto para o atletismo que os miúdos são particularmente orientados no Desporto a Brincar.

No total são 22 os meninos e meninas que todas as terças e sextas-feiras, entre as 19h e as 20h, deslocam-se ao pavilhão da EB 2,3 de Ribeirão. Um número de participantes que tem aumentado, superando assim as expectativas da equipa técnica, “porque fácil é ter muita gente no futebol que é o desporto rei. No atletismo, e nas condições que temos, trabalhamos num pavilhão sem pista tartan (...) não termos um espaço que cative os miúdos torna-se muito complicado cativar os miúdos”. Mas o que é certo, “é que nós conseguimos. Temos muitos atletas e continuamos a mantê-los, ou seja, eles vão gostando e continuam a fazer carreira no atletismo no CCDR”, sublinha Sérgio Batista. Um sucesso que deve-se com certeza à modalidade em si, mas também ao trabalho da equipa técnica, como sublinha o professor, “penso que todos temos feito um trabalho muito bom porque nas condições que temos, tanto físicas como materiais, conseguimos ter tanto atleta, motivado e empenhado, sem haver muitas desistências, e numa modalidade que não é falada como outros que é o atletismo, só pode ter um pouco haver com a qualidade dos técnicos”. Por outro lado, “quando um miúdo gosta do professor, gosta de aprender”. Quem também está satisfeito com a modalidade são os próprios pais das crianças participantes que, muitas vezes, fazem questão de assistir à actividade, “porque aquilo é uma alegria. Por serem crianças, por vezes são protagonistas de situações hilariantes, e os pais também se divertem ao assistir a tudo isso”, revela o professor. Para Sérgio Batista, os motivos que leva os pais a inscreverem os seus filhos na modalidade passam por “procurarem algo que os filhos gostem, algo que faça com que os filhos cheguem a casa e tenham vontade de lhes contar como foi o treino, se gostou, o que fizeram”. Por outro lado, “porque confiam na pessoas que lá estão a trabalhar com os filhos porque sabem que somos profissionais da área. Professores de educação física, sabemos todos o que estamos a fazer”. Em terceiro lugar, “o que é certo é que nenhum pai vê o filho a divertir-se noutra situação como a que se diverte no treino. A rir, bem disposto. Nenhum pai terá coragem de não deixar o filho regressar ao treino. A alegria com que eles vêem os filhos chegarem a casa e contar tudo, as peripécias, etc.” Para além das prática da modalidade duas vezes por semana, estas crianças participam em todas as provas de pavilhão às quais são convidados e que decorrem noutras localidades. Nessas iniciativas, a equipa técnica garante segurança junto dos mais pequenos, mas no que toca às deslocações tem contado com a colaboração dos pais para levarem os miúdos. “Os pais têm aderido e também gostam de ver os filhos em acção”, finda Sérgio Batista. |
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