Principal arrow Ribeirão arrow Spleen Poetry lançam primeiro disco
Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão | Quarta, 08 Fevereiro 2012
Principal
Ribeirão
Opinião
Breves
Fradelos
Desporto
Cultura
Observador
 
 
 
Spleen Poetry lançam primeiro disco PDF Imprimir E-mail
Sexta, 31 Outubro 2008
Image
Spleen Poetry

Em 2005 nascem os Spleen Poetry. Uma banda pop rock com assinatura portuguesa que acaba de lançar o seu primeiro disco “What if”.
O Viver a Nossa Terra esteve à conversa com os Spleen Poetry, mais propriamente com o ribeirense Daniel Ramos (guitarra) e com o caminhense Marco Brantner (voz). Dois amigos que em 2005 encontraram-se num mesmo destino – a música. Logo após terem formado a banda surgiu o convite para aquela que seria a primeira actuação de muitas. Sem nome ainda, e após algumas propostas em cima da mesa, a banda optou por se chamar Spleen Poetry.
Se naquela altura pensariam que era apenas um nome provisório, nos dias de hoje não conseguem se identificar de outra forma. Como também não conseguem cantar noutra língua que não seja o inglês. Cantar em inglês procedeu-se de forma natural logo durante a composição das primeiras musicas desta banda. “Talvez por se adequar melhor ao estilo”, explica Marco Brantner, garantindo que nunca colocaram como regra que teria que ser em inglês, “nunca consideramos que em inglês atingiríamos uma dimensão que não conseguíamos com português. Foi simples e naturalmente em inglês que nasceu a nossa música”.
É uma banda de pop rock, embora com poucas influências de blues ou jazz. Daniel e Marco partilham alguns gostos e influências musicais. Desde os Pink Floyd a músicas dos anos 60 e 70. Mas o objectivo dos Spleen Poetry não é imitar ninguém, mas terem a sua própria identidade, “embora inconscientemente somos sempre influenciados por algo. Ao longo da nossa vida ouvimos milhares de musicas e estilos (...) quando estou a compor não estou a pensar em nenhum grupo especial, estou a compor com aquilo que me saia da alma”, acrescenta Marco Brantner.
Eles são dois, ou nem sempre. Depois de variadas actuações com covers (musicas de outros artistas) em bares e outros lugares públicos, remodelações várias na banda à procura da equipa perfeita, os Spleen Poetry finalmente encontram os restantes elementos (contratados) que com eles vão a estúdio gravar “What If”. São eles Paulo Baixinho, Bruno Pereira, e José Paulo Ribeiro que têm também acompanhado os Spleen Poetry nas suas ultimas actuações.
“What if” começou a ser gravado em finais de Dezembro de 2007 e reúne oito originais da banda. Cada musica tem um significado especial e “foram trabalhadas até ao mais pequeno pormenor. Estão como gostaríamos de expressá-las”. A banda teve a preocupação de fazer um álbum e não um single.
O disco está já à venda na Internet, nomeadamente, em várias lojas on line de musica, mas também poderá ser adquirido através do site da banda (www.spleenpoetry.com). Também várias rádios de todo o país já tocam “What If”. A banda prevê que em meados de Janeiro de 2009 o disco já possa ser adquirido nas discografias do país.
Até lá, os Spleen Poetry vão continuar a trabalhar na promoção e apresentação do disco, aguardando por isso muitos convites para actuarem. Aliás essa a principal aspiração da banda no momento, como refere Marco, “mais actuações, ter publico, conquistar as pessoas e mostrar a nossa música”. Daniel acrescenta, “acreditamos que há publico para a nossa música, sem sombra de dúvida”. Prova disso é já o feedback obtido através dos sites de música onde toca “What If”, como remata o guitarrista, “os ouvintes têm deixado comentários muito positivos”.
A apresentação pública do disco está já marcada para o dia 22 de Novembro no Cineauditório de Caminha. A banda está confiante que será um bom espectáculo, aguardando sim que tenham publico. Pelo menos, acreditam que ainda há espaço para os Spleen Poetry no mundo musical português, como sublinha Marco, “se não acreditávamos nisso, não insistíamos tanto nesta nossa batalha, nem tínhamos começado o nosso projecto”.
Um projecto que pode, seguramente, ir além fronteiras. Embora a banda não esteja já a pensar nisso, “claro que o nosso sonho seria termos uma maior audiência possível, e o nosso trabalho ser reconhecido por um maior numero de pessoas possível”, refere o vocalista. Para finalizar, Daniel e Marco revelam que estão muito satisfeitos com o disco. O Viver a Nossa Terra já ouviu e recomenda!
< Anterior   Seguinte >
 
   
     

 
 
Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão. Todos os direitos reservados.
Alojamento: Netgócio